Descrição:
Capa: (VG+)
Disco: Excelente
Nome Completo: Maria da Graça Costa Penna Burgos
Período de Atividade: 1965 – 2022
Estilos: Bossa Nova, Tropicalismo, Rock Psicodélico, MPB, Pop.
"Gal Costa não apenas cantava; ela transformava o ar em som. Sua voz possuía uma dualidade única: a precisão técnica de um instrumento de cristal aliada a uma coragem visceral de gritar quando o Brasil precisava de fôlego. Do desbunde psicodélico dos anos 60 ao refinamento pop dos anos 80, Gal foi a ponte entre a sofisticação da Bossa e a energia das ruas. Ter um disco da Gal é ter um documento da evolução cultural do Brasil."
A Era Bossa Nova (Anos 60): O início ao lado de Caetano Veloso no álbum Domingo (1967). Aqui, o foco é o canto "baixinho", doce e melódico, fortemente influenciado pelo violão de João Gilberto.
O Furacão Tropicalista (1968-1971): Gal se torna a porta-voz do movimento enquanto Caetano e Gil estavam no exílio. É a fase dos cabelos armados, das roupas coloridas e dos agudos estridentes que desafiavam a ditadura. Discos como Gal Costa (1969) e Le Gal (1969) são essenciais.
O Amadurecimento e a Censura (1973-1975): Com o álbum Índia, Gal atinge a perfeição estética. Ela mistura o folk, a música caipira e a sofisticação orquestral, tornando-se uma figura de sensualidade e liberdade.
A Estrela de Ouro (Anos 80 em diante): Gal conquista as massas com hits como "Festa do Interior" e "Balancê". Suas prensagens desta época (pela Philips/Polygram) são conhecidas pela altíssima qualidade de produção e arranjos pop impecáveis.
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