Descrição:
Capa: (VG+) + Encarte
Disco: Excelente
A BANDA
Nos anos 80, os Stones estavam em meio a uma guerra fria interna entre Mick Jagger e Keith Richards. Enquanto Jagger queria abraçar o New Wave e o Dance-Rock, Richards queria manter o som rústico. O resultado é Undercover: um álbum tenso, moderno, político e surpreendentemente agressivo, refletindo a energia urbana de Nova York daquela época.
FORMAÇÃO NESTE ÁLBUM
Mick Jagger: Vocais e Guitarra
Keith Richards: Guitarra e Vocais
Ron Wood: Guitarra e Backing Vocals
Bill Wyman: Baixo e Sintetizadores
Charlie Watts: Bateria
ESTILO E GÊNERO
Dance-Rock: Ritmos dançantes misturados com guitarras pesadas.
New Wave / Post-Punk: Uso de baterias eletrônicas e efeitos contemporâneos.
Hard Rock: Mantendo a agressividade clássica da banda.
Undercover é, talvez, o álbum mais visceral dos Stones nos anos 80. Lançado em um período de experimentação tecnológica, o disco foge do óbvio. As letras abandonam o romantismo e focam em temas sombrios como política, violência e isolamento. A faixa "Undercover of the Night" é um exemplo brilhante de como a banda conseguiu adaptar seu groove clássico para as pistas de dança modernas, sem perder a periculosidade. É um disco essencial para quem quer descobrir um lado mais experimental e "afiado" de Jagger e Richards.
Lado A
Undercover of the Night – Um ataque rítmico com percussão frenética e temática política.
She Was Hot – Um Rock and Roll clássico com a urgência dos anos 80 e piano acelerado.
Tie You Up (The Pain of Love) – Um groove pesado, lento e carregado de malícia.
Wanna Hold You – Keith Richards assume os vocais em um Rock direto e contagiante.
Feel On Baby – Uma experiência dub/reggae atmosférica e hipnótica.
Lado B
Too Much Blood – A incursão dos Stones no Funk/Dance, inspirada por filmes de terror.
Pretty Beat Up – Quase instrumental, focada em um riff de saxofone e guitarra minimalista.
Too Tough – Rock de estádio puro, lembrando os tempos áureos da banda.
All the Way Down – Uma faixa energética que resgata a atitude rebelde dos anos 70.
It Must Be Hell – Um encerramento poderoso com um dos melhores riffs de Keith Richards na década.
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