Descrição:
Capa: (VG+) + Encarte
Disco: Excelente
Edição Nacional (Vinil Usado – Virgin/EMI, 1987)
Após a implosão dos Sex Pistols, John Lydon (o eterno Johnny Rotten) abandonou o punk tradicional para fundar o Public Image Limited, uma entidade artística dedicada a desconstruir o rock. Com o passar dos anos, o PiL evoluiu de experimentos sonoros abrasivos para um som mais polido, porém não menos ácido. Happy? é o sexto álbum de estúdio da banda e captura Lydon em um momento de ironia afiada, flertando com um pop mais estruturado e potente.
Nesta fase, Lydon montou uma das formações mais sólidas e tecnicamente habilidosas da banda:
John Lydon: Vocais
John McGeoch: Guitarra (ex-Siouxsie and the Banshees/Magazine)
Lu Edmonds: Teclados e Guitarras
Allan Dias: Baixo
Bruce Smith: Bateria (ex-The Pop Group)
Gênero: Post-Punk / Dance-Rock / Alternative Rock
Vibe: Dançante, irônica, com guitarras densas e o vocal sibilante e inconfundível de Lydon.
Lançado em 1987, o título Happy? é uma provocação típica de Lydon, contrastando com a sonoridade vigorosa e quase "pop de arena" que o grupo explorava na época. O álbum produziu singles de sucesso como "Seattle" e "The Body". Esta Edição Nacional brasileira da Virgin é um reflexo do período em que o rock alternativo britânico tinha grande penetração nas rádios e clubes do Brasil, sendo um registro essencial da maturidade artística do PiL.
"Em 'Happy?', John Lydon prova que é possível ser acessível sem perder a agressividade intelectual. Com a adição do lendário guitarrista John McGeoch, o som da banda ganhou camadas de texturas que flutuam entre o rock e a pista de dança. É um disco carregado de sarcasmo, batidas fortes e melodias que grudam na cabeça. Ouvir este vinil é revisitar o final dos anos 80 sob a ótica de um dos maiores provocadores da história da música. Um item indispensável para quem gosta de rock com cérebro e groove."
Lado A
Seattle
Rules And Regulations
The Body
Save Me
Lado B
Hard Left
Open And Revolving
Angry
Fat Chance Hotel
Por ser uma Edição Nacional Usada, preste atenção na masterização. As prensagens brasileiras da Virgin/EMI dessa época costumam ser bem barulhentas e dinâmicas, ideais para destacar o baixo de Allan Dias. Verifique se a capa (que traz uma arte vibrante e abstrata) não apresenta desgastes excessivos nas bordas, o que é comum em edições de 1987. É um disco que aguenta bem o volume alto!
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