Descrição:
Capa: (VG+) + Encarte
Disco: Excelente
Prepare-se para uma viagem futurista a bordo da maior máquina de Heavy Metal do planeta. Lançado em 1986, Somewhere In Time marca a ousada incursão do Iron Maiden no uso de sintetizadores de guitarra, criando uma atmosfera tecnológica e progressiva sem perder o peso característico. Esta Edição Nacional Usada (pela EMI-Odeon) é um dos discos mais icônicos das coleções brasileiras, famosa não apenas pelo som cristalino, mas pela capa que é, provavelmente, a mais detalhada da história do Rock.
Após a exaustiva turnê World Slavery Tour, o Maiden retornou com uma sonoridade mais polida e experimental. Enquanto Adrian Smith brilhava nas composições (trazendo hits como "Wasted Years"), Steve Harris aprofundava as letras épicas sobre o tempo e a existência. A voz de Bruce Dickinson atingia notas impossíveis, pairando sobre as guitarras dobradas que ganharam uma textura espacial. A capa, criada por Derek Riggs, é um capítulo à parte: um banquete para os olhos cheio de referências à história da banda em um cenário "cyberpunk" inspirado em Blade Runner.
Resenha da Loja: "Somewhere In Time é o disco mais elegante do Iron Maiden. Ele tem um 'brilho' sonoro que as edições nacionais da EMI capturaram muito bem. É um álbum que recompensa quem para para ouvir cada detalhe, desde o galope incessante do baixo de Harris até as camadas de sintetizadores que dão profundidade às faixas. Ter este vinil é ter uma galeria de arte em mãos: você vai passar horas procurando os 'easter eggs' na capa enquanto ouve o solo imortal de 'Alexander the Great'. Um clássico absoluto que define o auge criativo dos anos 80!"
Heavy Metal Tradicional / NWOBHM / Progressive Metal Uma sonoridade robusta enriquecida por "guitar synths", harmonias duplas, estruturas rítmicas complexas e a temática épica/histórica que se tornou a marca registrada do grupo.
Lado A
1. Caught Somewhere in Time – Uma abertura frenética com guitarras sintetizadas que dão o tom futurista do álbum.
2. Wasted Years – O grande hit do disco, com um dos riffs de introdução mais memoráveis de Adrian Smith.
3. Sea of Madness – Uma faixa técnica com mudanças de tempo interessantes e um refrão poderoso.
4. Heaven Can Wait – O hino das arenas, feito sob medida para o coro do público nos shows.
Lado B
5. The Loneliness of the Long Distance Runner – Velocidade e melodia se fundem em uma das músicas mais dinâmicas da banda.
6. Stranger in a Strange Land – Com um groove de baixo matador e um solo de guitarra cheio de "feeling", é uma das favoritas dos fãs.
7. Deja-Vu – Rápida e melódica, explorando a sensação de repetição temporal com guitarras dobradas.
8. Alexander the Great – O encerramento épico de quase 9 minutos, narrando a vida do conquistador macedônio com grandiosidade cinematográfica.
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