Descrição:
Capa: (VG+)
Disco: Excelente
Artista: David Bowie
Ano de lançamento:
1970
Gênero:
Hard Rock • Glam Rock (proto) • Art Rock • Psychedelic Rock
Edição:
LP Nacional Gatefold
David Bowie — Vocais, guitarra e composições
Mick Ronson — Guitarra elétrica
Mick Woodmansey — Bateria
Tony Visconti — Baixo e produção (em faixas selecionadas)
David Bowie foi um dos artistas mais influentes e inovadores da música popular do século XX. Sua carreira foi marcada pela constante reinvenção estética e musical, transitando entre rock, pop, soul, eletrônica e experimentalismo.
Ao longo das décadas, Bowie construiu uma obra que ultrapassa o conceito de disco tradicional, transformando álbuns em manifestações artísticas completas, onde música, identidade e performance se fundem.
Lançado em 1970, The Man Who Sold the World representa uma virada importante na carreira de Bowie. Diferente do estilo mais folk e psicodélico de seus primeiros trabalhos, o álbum apresenta uma sonoridade mais pesada, sombria e agressiva.
O disco antecipou elementos que mais tarde seriam associados ao hard rock e até ao heavy metal, com guitarras mais distorcidas e atmosferas densas. As letras exploram temas como identidade fragmentada, paranoia, dualidade do ser e críticas existenciais, refletindo o interesse crescente de Bowie por narrativas psicológicas e conceituais.
The Man Who Sold the World é frequentemente visto como um dos trabalhos mais ousados do início da carreira de David Bowie. A presença marcante da guitarra de Mick Ronson confere ao álbum uma força incomum para a época, aproximando-o de um rock mais pesado e teatral.
Faixas como a que dá título ao disco, “All the Madmen” e “The Width of a Circle” destacam-se pela intensidade e pela atmosfera quase cinematográfica. O álbum também demonstra o amadurecimento artístico de Bowie, que começava a construir as bases de sua persona transformadora que explodiria nos anos seguintes com Ziggy Stardust.
Apesar de não ter sido um grande sucesso comercial no lançamento, o álbum ganhou enorme reconhecimento posterior, sendo hoje considerado um dos trabalhos mais importantes da fase inicial do artista.
• A capa original do álbum não trazia Bowie na imagem em algumas versões iniciais, o que gerou diferentes edições ao redor do mundo.
• O álbum influenciou fortemente o desenvolvimento do hard rock e do glam rock.
• A faixa-título ganhou nova popularidade décadas depois com versões de outros artistas e uso em trilhas sonoras.
• Mick Ronson, guitarrista do álbum, se tornaria peça fundamental na fase glam de Bowie.
• Em muitos países, o álbum foi relançado com capas alternativas ao longo dos anos.
A edição nacional gatefold é muito valorizada entre colecionadores por sua apresentação visual ampliada, destacando a arte sombria e conceitual do álbum. Por se tratar de um lançamento dos anos 1970, exemplares em bom estado são relativamente raros no mercado brasileiro.
Versões com capa dupla, encarte preservado e vinil sem marcas de uso são especialmente procuradas, principalmente por fãs de rock clássico e glam rock.
Um dos álbuns mais visionários da fase inicial de David Bowie. Com atmosfera sombria, guitarras pesadas e forte carga conceitual, "The Man Who Sold the World" antecipa o futuro do rock alternativo e do glam rock, consolidando Bowie como um artista em constante reinvenção.
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