Descrição:
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Disco: (VG+)
Prepare-se para ser envolvido por algumas das harmonias vocais mais perfeitas que a música popular já produziu. Lançado em 1976, Whistling Down The Wire é o terceiro álbum de estúdio da dupla David Crosby e Graham Nash. Em um momento em que o Crosby, Stills, Nash & Young estava em hiato, a dupla provou que sua química era autossuficiente, entregando um disco que transborda elegância, melancolia e sofisticação. Esta Edição Nacional Usada é um registro precioso do som de Laurel Canyon em sua fase mais madura.
David Crosby e Graham Nash são como o yin e o yang do folk-rock: Crosby traz as harmonias complexas, o jazz-fusion e a introspecção sombria, enquanto Nash oferece as melodias pop luminosas e o lirismo direto. Em Whistling Down The Wire, eles são apoiados pela lendária banda de estúdio "The Section" (com nomes como Leland Sklar e Craig Doerge), resultando em um som impecável. O álbum trata de temas como amadurecimento, amizade e a busca por paz interior, tudo envelopado em camadas de vozes que parecem um único instrumento celestial.
Resenha da Loja: "Este disco é como um entardecer ensolarado na Califórnia. É música para quem aprecia o silêncio e os detalhes. A faixa de abertura, 'Spotlight', já mostra que a dupla estava no auge de sua forma vocal. A produção é cristalina e o clima é de uma calma quase mística. Esta edição nacional da Polydor é um achado para quem busca aquele som orgânico dos anos 70, com uma prensagem que respeita as frequências suaves dos violões e as nuances das vozes. Um item indispensável para qualquer fã de CSNY!"
Folk Rock / Soft Rock / West Coast Sound Uma sonoridade acústica e elétrica refinada, marcada por harmonias vocais de três partes (com David e Graham dobrando vozes), arranjos de cordas sutis e um toque de jazz.
Lado A
1. Spotlight – Um começo vibrante que destaca a força da banda de apoio e o entrosamento da dupla.
2. Broken Bird – Uma balada acústica delicada, típica da sensibilidade de Nash.
3. Time After Time – Crosby traz sua assinatura harmônica em uma faixa introspectiva e profunda.
4. Dancer – Uma das composições mais experimentais do disco, com um clima místico e vocais etéreos.
5. Mutiny – Um rock mais direto com letras afiadas e uma pegada marcante.
Lado B
6. J.B.'s Blues – Um momento mais descontraído com um toque de blues e folk tradicional.
7. Marguerita – Uma canção solar e rítmica, com influências de jazz e ritmos latinos suaves.
8. Take the Money and Run – Não confunda com Steve Miller! Aqui é um comentário social com o selo de qualidade da dupla.
9. Out of the Darkness – Uma das faixas mais potentes, com uma mensagem de esperança e harmonias grandiosas.
10. Foolish Man – Encerramento melancólico e belo, destacando a vulnerabilidade vocal de Crosby.
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