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Artista: Prince & The New Power Generation
Título Oficial: O Símbolo do Amor (frequentemente referido como Love Symbol Album ou, simplesmente, Symbol)
Lançamento: Outubro de 1992
Géneros: Funk, Rock, R&B, Pop, Soul, Hip Hop, Jazz
O Conceito: O álbum foi originalmente concebido como uma "novela de fantasia rock" completa, com diálogos (segues) interligando as faixas. A história centra-se em Prince (o performer) e o seu interesse amoroso, a Princesa Mayte, e inclui a narração de uma repórter (Vanessa Bartholomew, interpretada por Kirstie Alley) a tentar desvendar o mistério de Prince.
O Símbolo: O símbolo, que se tornou o seu nome artístico de 1993 a 2000, é uma fusão dos símbolos masculino (♂) e feminino (♀) e da cruz (†), representando a sua complexa visão de amor, sexo, religião e paz.
A Crítica: Mantendo o Funk pesado, hip hop e metais da NPG de Diamonds And Pearls, este álbum adicionou um toque de Jazz Big Band e uma estrutura ousada. É considerado pelos fãs como um dos seus trabalhos mais ecléticos e ambiciosos dos anos 90.
My Name Is Prince (6:38)
A afirmação de identidade e poder. Um Hip Hop/Funk poderoso e auto-referencial, que mostra Prince a abraçar totalmente a cultura Hip Hop da NPG, com raps de Tony M.
Sexy M.F. (5:25)
O Funk mais cru e dançante. Um hino Funky com uma secção de metais explosiva (NPG Hornz), repleto de malícia e atitude. Um clássico instantâneo da Soul/Funk da NPG.
Love 2 The 9's (5:44)
Um R&B/Jazz Funky e sofisticado. Uma faixa longa e cheia de charme, que introduz a personagem da Princesa Mayte (com vocais da própria Mayte) na narrativa.
The Morning Papers (3:57)
Uma das raras baladas puras de Pop-Rock. Com uma produção épica e guitarras líricas, é uma canção sobre a pressão da imprensa no seu relacionamento.
The Max (4:30)
Um Dance-Rock psicadélico com um groove implacável. Energia pura, com um Rap de Tony M. e a bateria potente de Michael B.
Segue (0:21)
Um dos diálogos narrativos que costuram a história do álbum.
Blue Light (4:38)
Um Blues/Jazz lento e fumegante. Uma faixa com um toque de saxofone noturno (Eric Leeds), onde Prince explora um clima mais intimista e sedutor.
I Wanna Melt With U (3:50)
Um R&B / New Jack Swing elegante e romântico. Uma melodia cativante, perfeita para dançar de rosto colado.
Sweet Baby (4:01)
Uma balada Soul suave e dedicada. Mostra o lado mais doce e vulnerável da sua voz e composição.
The Continental (5:31)
Uma explosão de Funk e Jazz Cabaret. Complexa e ritmicamente intensa, conta com um rap convidado de Carmen Electra (apresentada por Prince nesta época).
Damn U (4:25)
Um Jazz/R&B suave e melódico. Um dos momentos mais relaxados, quase Easy Listening, mas com a sua marca de sofisticação na produção.
Arrogance (1:35)
Uma faixa curta e agressiva, no cruzamento entre Funk/Rock e Hip Hop, com batidas pesadas e um clima mais sombrio.
The Flow (2:26)
Um Funk instrumental minimalista e cheio de Groove. Uma mostra da coesão instrumental da NPG.
7 (5:13)
O grande hit Pop-Rock psicadélico e Dance do álbum. Uma canção mística e extremamente viciante, com um ritmo marcial e um refrão memorável.
And God Created Woman (3:18)
Uma faixa Soul/Pop curta e bonita. Uma ode de adoração à figura feminina, lírica e delicada.
3 Chains O' Gold (6:03)
A peça central da história. Um Funk-Rock bombástico e dramático, que retoma a narrativa de Prince em fuga. Liricamente e musicalmente grandioso.
Segue (1:30)
A conclusão da narrativa falada.
The Sacrifice of Victor (5:40)
O final apoteótico. Uma faixa de Rock Progressivo e Funk com uma atmosfera épica. É a conclusão da ópera rock, cheia de guitarras esmagadoras e drama, uma declaração de renascimento.
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