- Todos os nossos CDs são testados.
- Alguns podem conter pequenas marcas que não afetam o audio e não ultrapassam a luz.
- As caixas acrílicas podem conter riscos mas jamais irão quebradas.
- Os novos são lacrados e por isso dispensa os avisos acima.
O Dialeto é um dos segredos mais bem guardados e respeitados do Rock Progressivo e do Avant-Garde instrumental brasileiro. Formado em São Paulo, o grupo ganhou reputação internacional por sua abordagem ousada, que mistura a complexidade do rock progressivo setentista com elementos de jazz, música étnica e música erudita contemporânea. Em Bartók In Rock, a banda realizou um feito extraordinário: transportar as composições densas, atonais e folclóricas do genial compositor húngaro Béla Bartók para o universo das guitarras distorcidas e dos sintetizadores.
Nelson Sancho: Guitarra e sintetizador de guitarra.
Laura Finocchiaro: Baixo.
Fred Barley: Bateria e percussão.
Participação Especial: David Cross (lendário violinista da era clássica do King Crimson).
Gêneros: Rock Progressivo, Rock Instrumental, Avant-Prog, Fusion, Música Erudita Adaptada.
Sonoridade: Complexa, hipnótica e cerebral. O som é uma costura perfeita entre a agressividade e o peso do rock (com riffs matemáticos e texturas de guitarra que lembram o King Crimson) e a sofisticação das melodias folclóricas do Leste Europeu que Bartók tanto pesquisou, tudo isso enriquecido por improvisações de alto nível.
Lançamento Original: 2017
Formato Especial: Edição Nacional Especial em formato Digipack (capa de papelão luxuosa e ecológica), totalmente LACRADA.
Impacto Histórico: Este álbum colocou o Dialeto em destaque nas principais revistas de rock progressivo da Europa e dos Estados Unidos. Contar com David Cross (ex-King Crimson) no violino não foi apenas um selo de aprovação internacional, mas consolidou o disco como uma obra prima do progressivo instrumental moderno feito no Brasil.
"Bartók In Rock é uma obra-prima de audácia e genialidade musical. Adaptar Béla Bartók — um dos compositores mais complexos e matemáticos do século XX — para o formato de um trio de rock poderia ser um desastre, mas o Dialeto fez disso uma experiência artística transcendental. O álbum transborda peso, ritmos quebrados e texturas sonoras inacreditáveis. O violino de David Cross adiciona uma camada de melancolia e urgência que conecta diretamente o som da banda à era de ouro do rock progressivo mais vanguardista. Uma audição fascinante e indispensável para mentes musicais exigentes."
